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Ja Rule: "São Paulo é como Nova York"
 O rapper americano Ja Rule está de volta ao Brasil. Hoje à noite, ele apresenta o repertório de seu novo álbum - The Mirror - em um evento apenas para convidados no Club Royal. No domingo (6), toca no Clube Nação Tan Tan, em Santo André, com ingressos a 30 reais. A turnê passará ainda por Brasília, Vitória, Santos, Porto Alegre, Florianópolis e Rio de Janeiro. Ja Rule conversou com o Portal Veja São Paulo sobre o show que fará na cidade e sobre os boatos de que irá se aposentar. Confira: O que mais gosta em São Paulo?É muito difícil conhecer as cidades em que toco. Mas São Paulo é como Nova York. A vida noturna é agitada e a quantidade de prédios é impressionante.Você fará um show íntimo no Club Royal. O que achou da idéia?É bem legal porque eu posso me aproximar mais das pessoas e sentir a energia do público.Você disse que não vai mais lançar CDs. Por quê? A que pretende se dedicar agora?Tenho isso em mente, mas ainda não pretendo me aposentar. Estou começando a divulgar o álbum The Mirror e no ano que vem o álbum Venni Vetti Vicci completa 10 anos. Pretendo lançar o Venni Vetti Vicci 2 . Acabo de fechar um contrato para fazer um filme e também tenho uma linha de roupas que vende muito bem em todo o mundo.>>clipe de Body, primeiro single do álbum The MirrorMarcadores: na agenda, na cidade, na platéia
Ingressos à venda para show em homenagem a João Donato
Na terça (8), o mestre João Donato divide o palco do Auditório Ibirapuera com Adriana Calcanhotto, Bebel Gilberto, Fernanda Takai, Marcelo Camelo, Marcelo D2 e Roberta Sá. Eles executam clássicos de Donato em um espetáculo dirigido por Nelson Motta e Mario Adnet. Para essa apresentação, as entradas variam entre 30 (setor superior) e 130 reais (platéia) - ou entre 15 e 65 reais na meia entrada. Os ingressos podem ser adquiridos pelo serviço de televendas, no (11) 6846-6000, ou pelo site da Ticketmaster. Achou caro? Na quarta (9), eles repetem a performance em um show gratuito. Será às 17h, na parte do fundo do auditório, com o palco aberto para o parque. Marcadores: na agenda, na cidade, na platéia
Bibi Ferreira volta a incorporar Edith Piaf
 Boa notícia para os fãs de Edith Piaf (1915-1963) . Bibi Ferreira apresentará uma curta temporada do espetáculo Bibi Canta e Conta Piaf no Teatro do Sesc Vila Mariana. Serão três sessões nos dias 11, 12 e 13 de julho. Bibi incorpora Piaf desde 1983, quando estrelou o espetáculo Piaf, a Vida de Uma Estrela da Canção. A apresentação (é claro) fez um tremendo sucesso e rendeu à atriz diversos prêmios de melhor atriz, além de uma homenagem do governo francês. Em 1992, ela retomou o espetáculo a convite da prefeitura do Rio de Janeiro e do Consulado Francês e adotou o nome Bibi Canta e Conta Piaf. Em 2004, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD e o DVD Bibi Canta Piaf. Confira um vídeo com cenas do DVD. O espetáculo reconta a trajetória da cantora francesa. Nessa nova temporada, um trio de acordeom, baixo e bateria acompanha as interpretações da atriz. Os ingressos custam 40 reais e é bom correr porque eles devem esgotar bem rápido! Marcadores: na agenda, na cidade, na platéia
Raio-X do Museu Lasar Segall
 Está no ar o raio-x do Museu Lasar Segall. É um espaço pequeno e tranqüilo na Vila Mariana. O acervo reúne mais de 3 mil obras do artista modernista. Lá ainda tem um café, cinema, espaço para cursos, biblioteca e exposições temáticas e temporárias com algumas das obras do acervo. A mostra Navio de Emigrantes fica em cartaz até o dia 31 de dezembro. São desenhos de anotação, gravuras, esculturas, fotografias e documentos das viagens que Lasar realizou a bordo de navios. A tela que dá nome à exposição (na foto acima) é o carro-chefe da exposição e é ainda mais bonita quando vista de perto. Vale a pena conferir! >>confira a galeria de imagens da exposição>>raio-x do Museu Lasar SegallMarcadores: exposição, museu lasar segall, na cidade, passeios
Nota Fiscal Paulista, a Secretaria da Fazenda responde
Circulam na internet e-mails sobre uma suposta conspiração embutida no programa estadual da Nota Fiscal Paulista – aquele em que o CPF é gravado na nota fiscal e parte do imposto recolhido pelo comerciante é transferido para o comprador. Como esses e-mails fazem barulho no papo de elevador, nas comunidades on-line, nas listas de discussão, nas caixas de correio e nas mesas de bares e restaurantes, algumas questões foram respondidas pela Secretaria da Fazenda. Veja trechos da nota divulgada. Afirmação do e-mail: a cada 1 500 reais em compras, o crédito é de apenas 1 realSegundo a Secretaria da Fazenda, não é verdade. Pelos valores creditados nos meses de outubro de 2007 a janeiro de 2008, para cada 1.500 reais em compras o crédito foi, em média, de 15 reais. Considerando a nova sistemática implantada a partir de fevereiro de 2008 em que os créditos serão divididos somente entre os consumidores que informam o seu CPF, este valor subiria para cerca de 100 reais. Somente no mês de janeiro de 2008 mais de 14 000 consumidores foram beneficados com créditos superiores a 20 reais. E teve consumidor que recebeu mais de R$ 5.800,00 de crédito. Afirmação do e-mail: a cada 1 real de crédito, o comerciante aumenta os preços em 10 reaisResposta da Secretaria da Fazenda: o projeto da Nota Fiscal Paulista não prevê qualquer aumento da carga tributária. Pelo contrário, há redução da carga tributária individual pois a Secretaria da Fazenda distribui entre os consumidores 30% do que cada estabelecimento comercial paga. Ou seja, se há o pagamento de 10.000 reais por mês, o governo devolve 3 000 aos consumidores. Os comerciantes continuam recolhendo o que sempre pagaram. Afirmação do e-mail: há uma articulação do Governo Federal e todos os governos estaduais para solicitar o CPF e monitorar a vida dos cidadãosResposta da Secretaria da Fazenda: o projeto da Nota Fiscal Paulista não tem vínculo com o Governo Federal. O fato de usar o CPF para transferir dinheiro às pessoas não tem implicação alguma para os cidadãos já que o CPF está estampado em qualquer talão de cheque, no cadastro de qualquer consumidor que faz compras a prazo, no cartão de crédito As informações já são de conhecimento dos fiscos federal, estadual e municipal. Mais: quem não sentir-se confortável em informar o CPF pode ceder seu cupom fiscal para uma entidade filantrópica que o cadastrará em seu nome. Sobre a Nota Fiscal Paulista: desde o ano passado, o programa da Nota Fiscal Paulista transfere para o consumidor 30% do ICMS recolhido por mais de 700 000 lugares (restaurantes, bares, lanchonetes, livrarias, supermercados, vendedores de eletrônicos, roupas... tudo). Para isso, basta pedir a nota e passar o CPF. Os créditos vão para uma conta pessoal administrada pela internet - não tem muito segredo. São desde poucos centavos a alguns reais (depende do valor da mercadoria e do ICMS). Ninguém vai ficar rico por isso, mas o crédito pode ser abatido do IPVA, depositado em conta corrente ou poupança e transferido para o cartão de crédito. Um terceiro também pode ser beneficiado. O dinheiro fica disponível por cinco anos.Marcadores: compras, nota fiscal
Roberta Flack, no Credicard Hall, em agosto
 Lembra dos hits românticos Killing Me Softly e The Closer I Get You? Pois é, da série "não perca seu lugar na platéia", tem Roberta Flack dia 7, no Credicard Hall. A entrada mais barata custa 100 reais. A mais cara, 400 reais. O primeiro show da turnê que passa por várias cidades brasileiras é no dia 1o. de agosto, em Fortaleza. Nos dias 6, 7, 8, 9 e 10 ela estará, respectivamente, no Rio de Janeiro, em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte no dia 10. Um show por dia, aos 71 anos. A americana Roberta Flack fez muito sucesso no Brasil com canções soul nos anos 70 - muitas delas ganharam releituras de artistas como Fugees e Beyoncé. Esteve no Brasil no fim dos anos 90, com um concerto que inaugurou a extinta casa de shows Olympia, na Lapa. Marcadores: na agenda, na platéia, shows
Noites de tango no La Casserole
A tradicional casa francesa reservou duas noites para incorporar todo o charme argentino. Nos dias 30 de junho e 1º de julho, a restauratrice Marie-France Henry recebe o grupo musical SeisComCasca. Eles tocarão clássicos de Astor Piazzolla durante um jantar harmonizado com rótulos da vinícola Terrazas. Para completar a noite, um telão exibirá cenas clássicas do cinema embaladas pelo tango. Al Pacino dançando com Gabrielle Anwar no filme Perfume de Mulher está entre os momentos selecionados. O jantar custa R$ 190,00 por pessoa. Clientes MasterCard pagam R$ 175,00. Reservas pelo telefone (11) 3331-6283 Marcadores: na agenda, na cidade, na mesa
Corta essa
 Dezenas de pessoas enviaram relatos sobre idas ao cinema perturbadas pelo comportamento dos outros. Em primeiro lugar, o portal agradece a participação de todos. Vamos publicar alguns depoimentos, ou trechos deles. Para o leitor Renato Lellis, por exemplo, a melhor estratégia para uma sessão de cinema tranqüila é "escolher com cuidado o campo de batalha, igual ao Rei Leônidas em 300. Prefira os horários menos procurados. As primeiras sessões de sábado e domingo são boas pedidas." Muitos disseram sentir-se aliviados por não ser os únicos a ficar tão incomodados com a bagunça. É isso: não estamos sozinhos, o que não deixa de ser um bom sinal. A má notícia, no entanto, é que não tem milagre: por algum motivo, como bem observou o cronista Walcyr Carrasco na crônica da semana passada, e como constatamos no trânsito, nas ruas e nos corredores da vida, a cortesia está em crise. Os campeões de reclamação são: 1. conversas paralelas 2. celular que toca e/ou é atendido durante a sessão 3. chute na cadeira da frente 4. lanches barulhentos De modo geral, portanto, o que se observa é que infelizmente falta educação e bom senso. Para driblar os problemas tem gente que investe uns milhares de reais em um home theater e abre mão do passeio (!!!). Outros freqüentam as salas em dias e horários alternativos. A partir deste post, e sob a etiqueta lanterninha, vamos publicar alguns depoimentos e dicas para evitar que a próxima sessão seja um pesadelo. (*foto: Gil Vicente)Marcadores: bronca, lanterninha
O lanterninha não existe mais?
Não com o glamour de, digamos, antigamente. Mas a maior parte das salas tem um corpo de funcionários com função semelhante. Eles ficam nos corredores ou na porta e são, teoricamente, preparados para ajudar a encontrar lugares no escuro. Em casos mais extremos, chamam a segurança. A assessoria de imprensa da rede Playarte conta que certa vez uma pessoa simplesmente começou a fumar no meio da sessão. Foi convidada a sair, claro. Marcadores: bronca, lanterninha
Estratégias para evitar os micos no cinema
>>evitar as estréias >>preferir as últimas sessões ou as primeiras, no início da tarde >>os finais de semana sempre levam mais gente ao cinema. No início da semana, mesmo à noite, as salas esvaziam (muito) >>filmes dublados costumam ter platéia barulhenta >>em vez de se acomodar em uma fileira cobiçada, tentar as salas nas quais até as poltronas da frente garantem boa visão da tela: embora não seja regra, normalmente os chatos preferem ficar do meio para o fundo >>se alguém importunar, tente se controlar e não aborde a pessoa: chame um funcionário da casa. É como desentendimento no trânsito. Melhor não arriscar (sugestões feitas a partir das cartas dos leitores e da nossa própria experiência...)Marcadores: bronca, lanterninha
Silêncio, por favor, quero “ouvir” o filme
“Minha filha, meu marido e eu fomos na estréia de um desenho animado e alguns adolescentes não paravam de conversar, rir e comer. Meu marido chamou o lanterninha que os colocou para fora da sala. É muito chato fazer isso, mas as pessoas estão perdendo o respeito com os próximos.” (Andrea Janaina dos Santos) “O Centro Cultural de minha cidade, Suzano, aos domingos costuma exibir filmes alternativos ou mais antigos. Minha irmã e eu fomos ver Um Corpo Que Cai, de Hitchcock. Após o início da sessão entrou uma mulher com uma criança de aproximadamente sete anos e pacotes enormes de salgadinhos. A menina não parecia estar muito contente – afinal, o filme era legendado. A mãe começou a narrar tudo, sussurrando. Foi a gota d'água, saímos da sala morrendo de raiva de nós mesmas, por não ter reclamado. A educação parecer ter saído de cena.” (Andréia Pinheiro Lima) Outro extremo...“Conversava, em voz baixa, com uma amiga durante os avisos de incêndio. Um cara levantou e deu um tapa na cabeça de cada uma. Minha amiga reagiu, ele a pegou pelos ombros e levou-a até a parede no corredor. Disse que se ela não calasse a boca o próximo tapa seria na cara. Ela fez que obedeceu e em seguida tirou do bolso sua carteira da polícia federal. Isso foi melhor que o filme” (Carla Regina da Rocha Trindade)
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Alô, mãe?
Saiu uma nota outro dia na coluna Direto da Fonte, assinada pela jornalista Sonia Racy no Estadão. Aconteceu no teatro, mas poderia ter rolado em qualquer platéia perto de você: uma senhora atendeu ao celular no meio de um musical. O público reclamou respeito aos artistas. Ela disse que respeitava, sim, os artistas. “Mas a família vem em primeiro lugar.” Hein? Como diz a leitora Andréia Pinheiro Lima, a educação saiu de cena. Marcadores: bronca, lanterninha
Chuteiras na platéia
"Em uma sessão lotada, a moça atrás de mim estava chutando e balançando minha cadeira com o pé nervoso. Pedi gentilmente que ela evitasse aquilo. Ela disse para eu sentar em outro lugar. Apoiei-me sobre minhas pernas, para ficar mais alta e atrapalhar a visão dela, que reclamou. Sugeri o mesmo: que fosse sentar em outro lugar. Ela parou de chutar. Terminou bem, mas reconheço que poderia ter sido bem pior e com uma ajuda de minha parte também.” (Lorena Ribeiro de Sousa) “ Certa vez, já nos trailers e antes ainda de a sessão começar, comecei a sentir o encosto de minha cadeira bombardeado por chutes ininterruptos. Em tom de súplica, disse: "Moooço, não me chuta não!!" Todos olharam para ele, que imediatamente congelou, pediu desculpas e se aquietou...” (Rosângela Ogata) Marcadores: bronca, lanterninha
Pipoca, bala e... ratos
“Odeio piquenique no cinema. No antigo Cine Belas Artes (hoje HSBC Belas Artes), houve uma época em que era proibido entrar com alimentos. Ótimo, porque realmente não sou obrigada a escutar mastigação de pipoca e amendoim, barulho de plásticos e do gás da latinha de refrigerante. Comentando isso com o porteiro, contou que na época era comum aparecerem ratos e baratas nas salas. Descobriu-se que esses bichos na verdade iam atrás de comida: pipoca, salgados, pão e até ossos de frango que as pessoas deixavam!” (Silvia Godoy) “Em algumas unidades do Cine Guion (http://www.guion.com.br/), em Porto Alegre, as embalagens de plástico são substituídas, no momento da compra, aos olhos do cliente, por um saquinho totalmente silencioso.” (Ana Paula Varges) Outro extremo...“O melhor de ir ao cinema, além do filme, que pode ser ruim, é a pipoca com bastante manteiga, molho de pimenta, servida num balde refil com estampa de filme e, para não engordar, claro, um suco de laranja.” (Ana Cristina Real) Marcadores: bronca, lanterninha
Lugares numerados e outras histórias
“Sempre me incomodaram aquelas pessoas que chegam atrasadas e pedem para você ‘pular uma cadeira’, pois querem ficar juntinhas. Por isso, só vou a cinemas que vendem com lugar marcado. Quer pegar lugar bom? Chegue cedo!” (Aline Corsetti Jubert Guimarães) Várias salas da cidade já oferecem o serviço de reserva. Nos shoppings Iguatemi, Villa-Lobos e Market Place, tem. Assim como no Kinoplex e na sala UOL Lumière. Por meio de um mapa, você decide na bilheteria ou em casa -- no caso da compra on-line -- em qual cadeira deseja ficar. É bom e não é. Se a sessão estiver lotada, dificilmente você vai conseguir se livrar de algum tagarela que o destino possa ter colocado ao seu lado... ou bem perto. Marcadores: bronca, lanterninha
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