EndereÇo
Praça da Luz, s/nº, Bom Retiro
(Metrô Luz)

mapa



Tel
11 3227-3545

Horário
terça a domingo, das 9h às 18h

Entrada
grátis

Estacionamento
não possui
 
AlimentaÇÃo
a cafeteria da Pinacoteca do Estado, que funciona de terça a domingo, das 10h às 18h, serve ótimas opções tanto para um lanche simples quanto para um almoço rápido. O serviço é impecável.
 
Atendimento
não há mapas nem folhetos explicativos, o que faz falta aos visitantes tendo em vista a vocação histórica do lugar. A única referência é um painel, instalado ao lado da cafeteria, que indica onde estão as esculturas do parque e seus respectivos autores.

Banheiros
além das ótimas instalações da Pinacoteca, abertas apenas para quem visita o museu ou a cafeteria, há um conjunto de banheiros bem no centro do parque. São limpos, possuem acesso para deficientes e são devidamente munidos de papel higiênico e sabonetes. 

Limpeza
funcionários da prefeitura mantêm vielas e passarelas limpas. Há lixeiras espalhadas por toda a área, mas a coleta não é seletiva.

ManutenÇÃo
determinadas áreas do parque estão mais bem cuidadas que outras. Preservadas, árvores antigas, como as enormes figueiras que rodeiam a Pinacoteca, garantem sombra. A grande lagoa central e o chafariz, localizado na parte de trás da Pinacoteca, também estão em bom estado de conservação.

Extras
quem quiser esticar o passeio cultural tem opções de sobra na Pinacoteca do Estado, no Museu da Língua Portuguesa ou na Estação da Luz.


 
Parque da Luz
Dono de um passado glorioso, o Parque da Luz conta um pouco da história de quando São Paulo tinha pouco mais de 20 000 habitantes. Considerado o mais antigo jardim público da cidade, ele foi aberto em 1825. Era ponto de encontro de famílias, palco para festas, saraus e bandinhas que se apresentavam no coreto. Por descaso e descuido transformou-se em conhecido ponto de traficantes, marginais e prostitutas. Mas um projeto de revitalização reergueu o lugar a partir de 1999. Hoje, quem passeia por lá nota as ótimas mudanças, mas ainda se depara com a, digamos, diversidade. Pequenos grupos de prostitutas insistem em atuar por lá. Funcionários e guardas municipais estão ali para garantir a limpeza do lugar e a segurança dos visitantes.
Em meio a figueiras centenárias, é possível ouvir o canto de várias espécies de pássaros. Alguns paulistanos aproveitam a sombra das palmeiras reais para fazer caminhadas nas poucas trilhas, mas o parque confirma sua vocação cultural com as mais de trinta esculturas espalhadas pelas alamedas. De Victor Brecheret a Amilcar de Castro e Arcangelo Ianelli. Um deleite para os amantes da arte.

Acesso para cadeiranteSanitáriosGinásticaCooperPlaygroundMuseus / Obras de arteQuiosqueAvesMamiferosLagosViveiro / Herbário / OrquidárioMata nativaAquários / Fontes