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Tuca Vieira/Publifolha
Esta ilhota, por incrível que pareça, é paulistana. Chamada de Ilha dos Amores, tem apenas 285 metros quadrados e surgiu com a criação da Represa de Guarapiranga, há 100 anos. "Fiz a foto durante um vôo de helicóptero sobre as represas da região", conta o fotojornalista Tuca Vieira. "Achei muito inusitada." A imagem integra o livro As Cidades do Brasil – São Paulo, da Publifolha. Há quase quatro décadas, o barqueiro Herbert Cukurs Júnior leva turistas para conhecer os arredores da ilha (7,50 reais por pessoa, meia hora de passeio, * 5517-6096) – carreira herdada de seu pai, que começou a oferecer viagens de barco pela represa em 1954.
FLAGRA
Pracinha abandonada
Fotos Fernando Moraes
Na esquina da Rua Tucumã com a Avenida Brigadeiro Faria Lima, no Jardim Paulistano, o que poderia ser um aprazível espaço verde virou depósito de lixo. Além da sujeira espalhada pela praça, a grama está alta e os muros próximos, pichados. A boa notícia é que o Banco Safra, que tem uma agência ali ao lado, negocia com a Subprefeitura de Pinheiros a adoção do espaço.
Divulgação
Zé Gotinha da dengue
Batizado de Dengue Boy, o simpático boneco da foto é a nova arma da Secretaria Estadual da Saúde para combater o indesejável mosquito. Entre domingo (26) e sábado (2), ele vai circular por oito parques, distribuindo panfletos de conscientização às crianças. Espera-se que, com seus apelos, sejam tomados mais cuidados na prevenção à dengue. Neste ano já foram registrados 43.407 casos da doença no estado – 464 só na capital.
+exclusivo on-line: onde encontrar o Dengue Boy
Alpinistas do metrô
Durante um mês, oito alpinistas profissionais revezaram-se na limpeza da Estação Santo Amaro do metrô. Para deixar os 644 vidros da plataforma tinindo, eles ficaram dependurados do lado de fora da estação, 30 metros acima do Rio Pinheiros. "Tivemos de adaptar as técnicas que utilizamos para escalar montanhas", conta Sergio Robles, coordenador da equipe. A operação, encerrada na segunda (20), custou 80 000 reais ao Metrô.
Quem sou eu?
Companhia Editora Nacional/Lazuli
Na terça (21), esta artista plástica completou 93 anos. Nascida em Kioto, chegou ao Brasil em 1936. Pretendia ficar apenas alguns meses, em visita a um irmão que morava aqui. Mas, com a explosão da Guerra Sino-Japonesa, acabou permanecendo em São Paulo. A foto ao lado, do início da década de 50, está em um dos livros da coleção Arte de Bolso, lançado neste mês pelas editoras Lazuli e Companhia Editora Nacional. Saiba quem é ela abaixo.
Memória paulistana
Editora Calandra/divulgação
Ainda não havia leite no saquinho (de 1968), muito menos na caixinha (de 1972, mas popularizado quase duas décadas depois). Ordenhadas na hora, cabras (como nesta foto, do início dos anos 50) e vacas circulavam pelas ruas da cidade até a metade do século XX. Os vendedores, em grande parte imigrantes portugueses, usavam cornetas e buzinas para atrair a freguesia, que trazia suas próprias leiteiras e galões. "Acredito que ainda exista gente comercializando leite assim na periferia", diz João Castanho Dias, autor do livro 500 Anos de Leite no Brasil, lançamento da editora Calandra.
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Resposta do Quem Sou Eu?: a artista plástica Tomie Ohtake