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GENTE

Terraço Paulistano

02.02.2007

 

Por Alvaro Leme



Daniela Toviansky

Erika Palomino

Erika: "Sou uma palpiteira nata"

Não faz muito tempo, roupas da Les Filós estavam para as patricinhas como o hábito para as freiras. Isso mudou de vez em 2005, quando barracos entre sócios culminaram no fechamento de duas de suas três lojas. Recuperar os bons tempos é a missão da editora de moda Erika Palomino, que acaba de ser contratada como consultora de imagem da marca. Vai ganhar um dinheirão – ela não revela o valor, mas se define como "uma mulher cara" – para dar pitaco em tudo, das vitrines às campanhas publicitárias. "Sou uma palpiteira nata", diz. Uma das primeiras tentativas será vender peças da grife em magazines multimarcas. "Mais tarde, vou escolher um estilista para seduzir os fashionistas."

 

Antes só do que na boca do povo

Jairo Goldflus

Paola Oliveira

Paola: "As pessoas adoram inventar namorado para mim"

Quase sempre simpática e fofa, a atriz paulistana Paola Oliveira só faz cara feia (se é que, no caso dela, isso é possível) quando alguém vem lhe perguntar sobre o ator Maurício Mattar. Solteira depois de três anos ao lado do professor de teatro Hudson Senna, a moça encontrou Mattar, por acaso, outro dia desses, num show. Daí, xiiii, surgiu um boato de que os dois estavam curtindo uma amizade colorida. Romance que, jura ela, é mentira deslavada. "As pessoas adoram inventar namorado para mim", conta Paola, que aparece assim, formosa, na capa da próxima edição da revista Estilo de Vida. "Nem imagino de onde tiraram essa história."

 

 

Latifundiário das caçarolas

Fernando Moraes

Alex Atala

Atala: três pontos na Barão de Capanema

Depois de o restaurateur Walter Mancini tomar conta da Rua Avanhandava, no centro, o chef Alex Atala está a caminho de ter um pólo gastronômico para chamar de seu. Sócio do restaurante D.O.M, na Rua Barão de Capanema, nos Jardins, ele também é um dos donos de um espaço de eventos vizinho, onde realiza jantares fechados. Em breve, abre as portas de uma terceira casa, no imóvel onde por enquanto funciona a rotisseria Paola di Verona. Sim, na mesma rua, na esquina com a Padre João Manuel. "Nunca pensei que chegaria tão longe", diz ele. Ainda sem nome definido, a nova porção desse latifúndio gastronômico deve ser inaugurada em junho. O cardápio será de receitas do Brasil Colônia e bem informal. "Vou mandar o frango para a mesa inteiro."

 

Cuidado, gaúchas!

Alexandre Schneider

Lais Oliveira

Lais Oliveira: em defesa das paulistanas

Fazer sucesso nas passarelas muitas vezes pode ser mais fácil para quem tem sangue gaúcho nas veias. Coisa que, se depender da modelo Lais Oliveira, de 17 anos, logo vai virar démodé. Nascida e criada no bairro de Santo Amaro, a moça começa a garantir seu lugar ao sol. Esteve em vinte dos 38 desfiles da última São Paulo Fashion Week e é tida como promessa para as próximas temporadas. "As meninas do sul são altas e magras, mas nós, paulistanas, somos muito mais chiques", afirma. Com quatro anos de carreira, Lais realizou seu primeiro sonho: ajudou o pai, metalúrgico, a comprar uma casa. Nem por isso deixou de lado a ambição. "Quero ter uma mansão em Los Angeles."

 

 

 

Ronaldo Esper, parte 2

Valéria Gonçalves/AE

Zilu

Zilu: o estilista pisou no calo dela

Depois de passar algumas horas no xilindró, acusado de tentar roubar dois vasos no Cemitério do Araçá, no Pacaembu, o estilista Ronaldo Esper tem outra encrenca pela frente. Trata-se de um processo movido por Zilu Camargo, mulher do cantor Zezé Di Camargo. No quadro Agulhadas, que estrela no Superpop, Esper fez chacota de suas roupas e disse que ela é traída pelo marido. Pior: comentou que Zilu tinha (eca!) micose nos pés. Ofendida, ela quer fazê-lo pagar pela língua. Pede na Justiça indenização de 1 milhão de reais a Esper e à Rede TV!. A emissora afirma que só se pronunciará sobre o caso quando for notificada oficialmente.

Veja São Paulo – Ainda está brava com Ronaldo Esper?
Zilu – Não fiquei com raiva porque não é verdade o que ele disse.

Veja São Paulo – Por que o processo então?
Zilu – A partir do momento em que mexem com a integridade da pessoa, a gente tem de agir.

Veja São Paulo – Foi a brincadeira da micose que ofendeu a senhora?
Zilu –
Achei muito chato, especialmente porque é mentira. Minhas unhas são brancas como a neve. Se tem um pé bem tratado é o meu.

Veja São Paulo – Costuma ver o quadro dele?
Zilu – Eu não! Como um cara que não entende nada de nada quer falar de moda? Parece um sapo com aquelas roupas esquisitas. Os vestidos de noiva dele são tão cafonas que nem a Luciana Gimenez quis um quando se casou. Outra coisa: alguém que entra num cemitério para roubar vaso que moral tem para julgar os outros?

Veja São Paulo – Deu um gostinho de vingança quando ele foi preso?
Zilu – Não me surpreendi. Dá para saber que ele é desequilibrado. Para mim, foi como se pisasse em cima de uma barata, sou totalmente indiferente.

 
 
 
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