Como vive e trabalha Mara Gabrilli, tetraplégica há doze anos e empenhada em garantir mais qualidade de vida ao 1,5 milhão de deficientes de São Paulo
Veja São Paulo prestou uma homenagem merecida ("Os homens do resgate", 31 de janeiro). Em desfiles militares de 7 de Setembro, os bombeiros são os mais aplaudidos, se não os únicos.
José Eduardo Zago
Devemos mesmo valorizar quem trabalha todos os dias pensando sempre em nossa segurança. Felizmente, temos uma polícia militar da qual podemos nos orgulhar. Presto serviço voluntário para a comunidade junto dessa instituição e sei o valor de cada profissional.
Marta Vilela
Merecida a capa sobre os bombeiros que se destacaram no resgate das vítimas do acidente do metrô. Eu gostaria de sugerir uma reportagem sobre a ausência desses profissionais em cerca de 500 municípios do estado de São Paulo.
Paulo Chaves de Araujo
Tenente-coronel da reserva do Corpo de Bombeiros
Apesar do perfeito histórico do Corpo de Bombeiros, o texto omitiu o nome do criador do resgate, que se iniciou na década de 60. O tenente Helio Barbosa Caldas montou uma caminhonete com ferramentas e equipamentos improvisados para os primeiros atendimentos. Posteriormente, com o tenente José Carnecina Martins, foi construído o primeiro tanque de treinamento de mergulho para salvamento em represas, rios e mar. Com um desenho do tenente Caldas, o tenente Osvaldo Pelegrina Martins montou o primeiro veículo brasileiro especializado em resgate.
Renato Luiz Fernandes
Coronel da reserva da PM e diretor de comunicação da Associação dos Oficiais da Polícia Militar
Em meados dos anos 80, eu era professor titular dos cursos de especialização e de mestrado em tecnologia da informação na Universidade Mackenzie. Tive como alunos bombeiros das mais variadas patentes. Na época, eu tinha pouco mais de 30 anos, e muitos deles, mais de 40. Além de me tratarem com o maior respeito, eles sempre se destacavam entre os melhores alunos. Eram disciplinados, assíduos, dedicados ao extremo e muito inteligentes.
Paulo Sérgio Pecchio Gonçalves
O jornalista Edison Veiga conseguiu contar aos leitores, num texto emotivo, que por trás dos uniformes de bombeiros existem seres humanos. Com a reportagem, a revista mais uma vez mostrou um diferencial em relação às outras publicações, que se limitaram a cobrir factualmente o desastre do metrô.
Roberto Procópio Netto D'Ávila
Em junho de 2005, o Conselho Comunitário de Segurança do Parque São Jorge iniciou seus trabalhos promovendo uma campanha cujo slogan era "Policial, nós confiamos em você!". Temos certeza de que a polícia do estado de São Paulo, incluídas as guardas civis municipais, merece o reconhecimento e o mérito de bravura.
Fernando Penteado Villar Félix
Presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Parque São Jorge
Além dos casos relatados pela reportagem, é bom ressaltar outras catástrofes em que os nossos bombeiros tiveram participação. Quem não se lembra dos incêndios nos edifícios Andraus e Joelma, dos acidentes nas rodovias e do salvamento dos passageiros do Fokker 100 da TAM? Duas características predominaram em todos os episódios citados acima: a coragem e a dedicação do Corpo de Bombeiros.
Luiz Carlos Nogueira
A ação competente do Corpo de Bombeiros durante o resgate das vítimas do acidente do metrô é mais um exemplo do excelente serviço prestado à comunidade. Foi essa atuação única em benefício do próximo que levou o industrial Ubaldo Augusto Conrado Wessel, morto em 1993, aos 102 anos, a constituir uma fundação que tem entre as instituições apoiadas justamente a corporação paulista. Com o legado deixado pelo empresário, a Fundação Conrado Wessel hoje tem o orgulho de contribuir com a formação desses formidáveis profissionais. Como acontece todos os anos, teremos a satisfação de patrocinar a viagem de 42 deles para participar do 2007 World Police & Firefighters Games, as Olimpíadas dos policiais e bombeiros, de 16 a 25 de março, em Adelaide, na Austrália. Mais do que uma competição, o evento é uma oportunidade única para a troca de experiências e a aquisição de novos conhecimentos.
José Moscogliatto Caricatti
Diretor financeiro da Fundação Conrado Wessel
"Parabéns pela reportagem sobre o excepcional trabalho dos bombeiros. Essa categoria merece nossos aplausos por dar a devida importância à vida."
Cristina Silva
Alameda Itu
É lamentável a maneira como foi redigida a reportagem "A rua do barulho" (31 de janeiro). Nós, moradores da Alameda Itu, não estamos protestando contra a opção sexual dos jovens, mas sim contra o vandalismo, o quebra-quebra de garrafas, o consumo deliberado de drogas e a prática de sexo explícito, além da violência e da falta de segurança. Muitas vezes somos impedidos de entrar em nossas próprias casas por esses vândalos, que acreditam ser os donos da rua. Eles agem livremente diante do descaso das autoridades.
Sâmia Hannouche
Ivan Angelo
A crônica "Duelo de competências" (31 de janeiro) me fez lembrar de meu pai, Pedro. Ele é pedreiro, e inúmeras vezes o ouvi relatar casos de engenheiros que não o escutam e desprezam sua experiência. A falta de um diploma leva muitos a acreditar que o operário sabe realizar somente o serviço braçal, fazendo que o tempo da obra se prolongue ainda mais.
Teresa Aparecida de Sá Orrú
Sou engenheiro civil e trabalhei com um mestre-de-obras que dizia "exclusive" como se fosse "inclusive", exatamente como na crônica. Era preguiçoso, incompetente e o dono da verdade. Seria ele o personagem do texto?
Carlos Kazuo Horie
Teste São Paulo 453 anos
Parabenizo a equipe de Vejinha pela elaboração do teste com dicas, informações e curiosidades que todo paulistano deve saber ("Desafio paulistano", 24 de janeiro).
Thiago Suhai Navarro
Correção: • Diferentemente do que foi publicado no texto "Sem Rita Lee, mas ainda Mutantes" (coluna Shows, 24 de janeiro), a cantora Esmérya Bulgari não é mulher do músico Sérgio Dias. Ela é casada com o produtor musical Crispin Del Cistia. Veja São Paulo pede desculpas pelo erro cometido.