O padeiro Felipe Benjamin Abrahão, 21 anos, inaugura filial nos Jardins e prova que herdou do avô a vocação para fazer os mais irresistíveis pães da cidade
"Todos os times têm técnico, mas só o São Paulo tem Muricy Ramalho."
Marcelo Etienne Pelosini
Muricy Ramalho sabe inspirar, motivar, identificar talentos e tirar o melhor das diferenças ("Um rabugento vencedor", 7 de novembro). O São Paulo, por sua vez, tem uma conduta ética e uma gestão administrativa exemplares. Com talentos, respeito às individualidades e organização empresarial, o clube ganha campeonatos. É o que o São Paulo faz, ao contrário de outros times. A propósito, sou palmeirense.
José Zulmar Lopes
Admiro o trabalho do técnico Muricy Ramalho. Mas a sua arrogância e o descaso pela imprensa e pelos torcedores o deixam a anos-luz do comando da seleção brasileira.
Rubens Oliveira de Arruda
Walcyr Carrasco
Ao ler a crônica "Impossibilidades" (7 de novembro), comecei a imaginar como está sendo a sua recuperação. Sempre torci pelo seu sucesso e escrevo-lhe para transmitir muitas vibrações positivas e desejar que logo você possa voltar à normalidade do dia-a-dia. Seja cada vez mais próspero em todos os sentidos e continue levando alegria a muitas casas por meio de suas novelas e textos.
Teresa Luisa Sá
Minha família e eu sempre começamos a leitura de Veja São Paulo pela crônica do Walcyr. Na última semana, identificamo-nos imediatamente com a sua história. Rimos muito, pois tudo o que foi relatado é exatamente o que eu estou passando neste momento, após uma cirurgia a que fui submetida. Walcyr é ótimo e relata as nossas agruras com humor e sutileza.
Regina Cuscianna
Desejo-lhe uma ótima recuperação. Já fiz uma cirurgia de apendicite e entendo bem como é terrível não conseguir realizar coisas simples.
Verônica Porsani
Que bom que você, embora com sofrimento, continue escrevendo suas crônicas – que eu não deixo de ler, sempre com muito carinho. Breve você estará bem.
Marli Favero Soares da Fonseca
Selvagens e covardes
Estou surpreso com a banalidade da reportagem "Eles têm ódio de quê?" (31 de outubro), que retrata os punks como sujeitos que saem de casa para matar, dispostos a qualquer coisa para se glorificar. Com certeza existem pessoas com essa mentalidade pequena e idéias fracas, mas essas nem sabem o significado da ideologia.
Raphael Marinho
Rodrigues Bello
A banda Inocentes nasceu em 1981, no seio do movimento punk, do qual foi porta-voz até 1984, deixando-o dois anos depois por assumir uma postura independente. Saímos do gueto para nos comunicar com mais pessoas e assinamos com a gravadora multinacional Warner. Sempre tocamos para todos os gêneros de público, sem nenhum tipo de discriminação – de surfistas dourados a head bangers vestidos de negro. Costumo dizer que "até" punks vão a nossos shows. Passamos por várias gravadoras e faz 21 anos que não somos mais relevantes para esse segmento de punks radicais, que não refletem de maneira alguma a essência do movimento. Não importa a maneira como eles se autodenominam: mesmo que escolhessem outro rótulo, agiriam da mesma forma. Ou seja, suas atitudes não caracterizam a identidade do movimento punk, no qual eles mesmos se incluem, e sim a sua própria identidade. O importante neste momento é que o nome da banda seja desvinculado desses grupos e dos crimes por eles cometidos. Essas pessoas não fazem parte do público que costuma freqüentar nossos shows, e nós não compactuamos, de maneira alguma, com os acontecimentos recentes.
Clemente Tadeu Nascimento,
vocalista e guitarrista das bandas Inocentes e Plebe Rude e apresentador do programa Showlivre.com
Como alguém pode associar a tatuagem com os movimentos punk e skinhead? A capa foi, no mínimo, preconceituosa.
Thiago Franscisco Garcia
Fiquei surpreso e revoltado com a carta de Patricia Ferraz Florenzano ("A Opinião do Leitor", 7 de novembro), infeliz ao comparar criminosos com pacientes esquizofrênicos. Gostaria de sugerir a ela que desenvolva mais seu senso de observação ou não terá sucesso profissional na área que abraçou.
Eduardo Okuda
Sou psicóloga e trabalho em um hospital psiquiátrico cuja filosofia vai diretamente contra a da leitora Patricia Ferraz Florenzano. Sua comparação representa a infeliz mentalidade de muitas pessoas responsáveis pela divulgação de informações descabidas, preconceituosas e segregadoras em relação aos portadores de esquizofrenia. Meu dia-a-dia é ao lado de quem sofre desse e dos mais variados transtornos mentais, e posso afirmar que eles nada têm a ver com falta de caráter ou selvageria. Prezada Patricia, sugiro que reveja seus conceitos, abra seus olhos e tenha mais respeito. Ou mude de profissão.
Ana Paula Varella Ferreira
Várias manifestações de leitores alegam ser a revista Veja São Paulo discriminatória na reportagem sobre os assassinos tatuados. As tatuagens colocadas nas costas do rapaz da capa foram feitas exatamente como em épocas remotas: por falta de um sistema penitenciário, os criminosos perigosos eram marcados para sempre por tatuagem, nas costas e em letras grandes, pelo crime que cometiam. E é preciso parar de achar tudo discriminação. Estão corretas a opinião e a forma de alerta da imprensa aos leitores, que não podem confundir tais marcas com inofensivas tatuagens de borboletas e estrelinhas pelo corpo.
Heliana Vicari Mieli
Bichos
Fantástica a reportagem sobre a evolução dos procedimentos veterinários ("Tecnologia animal", 31 de outubro). Entretanto, essa tecnologia só está ao alcance de animais de proprietários com alto poder aquisitivo. E os animais de rua, abandonados? Quem cuida deles?
Luciene Borges Neves,
presidente da ONG SOS Animais de Rua