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> 60% dos síndicos não pagam condomínio
> Cachorro é o principal motivo de discussões
> Do maria-vai-com-as-outras ao chatonildo: os tipos que frequentam as assembléias
"Parabéns a Veja São Paulo por abordar um tema tão importante de forma ética e respeitosa com o público consumidor."
Nancy Erlach
É inegável a contribuição positiva da reportagem "Apetite por cifrões" (7 de maio), que demonstra a dificuldade que o segmento de alimentação "fora do lar" enfrenta para se manter ativo como suporte à vida social das pessoas de uma grande metrópole. O mais importante foi deixar claro que os preços cobrados pelos restaurantes, em São Paulo ou em qualquer outro lugar do país, acompanham uma enorme parcela de gastos praticamente impossíveis de ser diminuídos. É o chamado "custo Brasil". Não é à toa que as estatísticas mostram um índice alto de falência até o terceiro ano de operação para as empresas novas. Difícil empreender. Mais difícil, ainda, se manter.
Paul William Gregson
Sobre a última reportagem de capa, convém salientar que, a despeito da inflação sobre a matéria-prima e do aumento na carga tributária, o restaurante Gigetto ficou mais de dois anos sem reajustar absolutamente nada, carregando para si os custos crescentes. No que se refere ao prato citado, o capelete à romanesca, o valor cobrado é um dos mais honestos do mercado – em algumas casas, chega a custar 25% a mais.
Alberto Danon
Assessor de comunicação do Gigetto
Concordo plenamente com os argumentos dos senhores Erick Jacquin e Marcos Guardabassi. Com o aumento do preço das matérias-primas, se o restaurante não reajusta seus preços, acaba tendo de fechar. Um empresário precisa ter lucro.
Antonio Massanobu Kunisawa
Civilidade
Ah, se eu pudesse! Se eu pudesse, andaria quilômetros do meu carro até o supermercado ou o shopping, de mãos dadas com meu filho ("O teste da cara-de-pau", 7 de maio). Se eu pudesse! Se ele estivesse de pé ao meu lado, e não com suas muletas. Se eu pudesse, simplesmente andaria quilômetros. Multas e leis são necessárias porque não há respeito nem bom senso. À psicóloga que parou seu carro na vaga de deficiente no supermercado gostaria de dizer que a entendo. Ela tem mesmo o direito de utilizar tal espaço, afinal deficiente é "aquele que não consegue usar seu cérebro ou alguma outra parte de seu corpo, pois estes apresentam defeitos ou imperfeições". Essa mulher tem deficiência de caráter.
Patrícia Goloni Lolo
Mais uma vez Veja São Paulo saiu na frente, tratando de um assunto tão sério. Outros veículos de comunicação deveriam fazer o mesmo. Quem sabe esses sem-educação, que não respeitam um deficiente físico, possam se conscientizar.
João Antonio da Costa
Fiquei horrorizada com a resposta dada por uma psicóloga flagrada estacionando seu carro em uma vaga reservada. Quer dizer que o deficiente precisa ir com sua cadeira de rodas até longe porque a madame parou seu carro na vaga reservada? Como estudante de psicologia, senti-me envergonhada com a atitude e a declaração dela. Que tipo de psicóloga é essa que nem sequer pensa civilizadamente no próximo? Pena que vocês não mostraram o rosto da figura.
Alexia Cruz
Animais
Mariana Martins
Com relação à reportagem "O fim do corredor da morte", nossa associação vem elaborando normas técnicas para a realização de campanhas de castração, governamentais ou privadas. Gostaríamos de salientar, entretanto, que apenas a castração de animais abandonados não representa a solução para o controle populacional em grandes cidades, conforme comprovado por experiências de outros países. Aproveitamos também para manifestar nossa preocupação quanto aos custos citados na reportagem. O valor de 30 reais não cobre nem os custos pós-operatórios, quanto mais os procedimentos anestésico e cirúrgico.
Marco Antonio Gioso
Presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo
A informação de que "a polêmica sobre a morte e a captura de animais já fez uma vítima", referindo-se ao meu afastamento do cargo, não está correta. Esclareço que não foi esse o motivo exposto pela coordenadora da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), doutora Inês Suarez Romano, para meu afastamento. Afirmo também que, como servidora pública, tenho o dever de cumprir e fazer cumprir a legislação em vigor. Portanto, solicitei esclarecimentos à assessoria jurídica da Covisa, uma vez que haveria grande dificuldade no cumprimento da referida lei e da legislação municipal. Cabe ainda deixar claro que em momento algum defendi a referida lei.
Adriana Lopes Vieira
Médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses
Terraço Paulistano
Esclarecendo as acusações desvairadas e inverídicas desferidas pelo senhor Elídio Lopes a todos os importadores de vinhos, é importante lembrar que a Terroir recentemente perdeu diversos produtores para várias outras importadoras, além das mencionadas na reportagem ("Fui roubado", 7 de maio). Tais mudanças são comuns no mercado e realizadas por decisão exclusiva dos produtores. Acreditamos que a verdadeira razão da irritação de Lopes seja que os vinhos Errazuriz estão sendo agora vendidos por preços que chegam a ser a metade dos da Terroir. Lembramos que a reputação de ética e seriedade da Mistral é inquestionável e amplamente conhecida por todos os que acompanham o mercado de vinhos.
Ciro Lilla, presidente das importadoras Mistral e Vinci
Achei fora de propósito os comentários do senhor Lopes. Se ele sabe de algum restaurante comprado por importadora, tem de mencionar. Não pode generalizar. Se perdeu produtores para outros importadores é por falta de competência e por vender vinhos mais caros que os de seus concorrentes.
Paulo Barroso de Barros
Restaurante Due Cuochi Cucina
Estou a 150 metros da importadora Terroir e, mesmo com uma venda média de 3 500 garrafas de vinho por mês, a maioria da Mistral, da Expand e da Enoteca Fasano, nunca fui procurado nem comprado, assim como não o foram meus funcionários, por nenhuma importadora com presentes, como ele afirma. Talvez ele esteja é com inveja e raiva da competência dos concorrentes, que têm preços melhores e atendimento com qualidade superior ao da Terroir.
Jan Michel Milan
Restaurante Sallvattore
Walcyr Carrasco
Também tive a minha tia ("Adeus, tia!", 7 de maio). Ela cuidou de meus avós e era a primeira pessoa a ser chamada quando alguém da família adoecia. Foi independente financeiramente, mas nunca desistiu de arrumar marido. Teve um namorado – que nunca conhecemos – e dizia que ia casar. "Tia, para que casar? Amizade colorida não é melhor?" E ela respondia: "Não, minha formação não permite". Morreu antes de completar 65 anos. Rodeada de sobrinhos. Que saudade!
Sandra Fattori
Minha primeira vez
Gostaria de cumprimentar o leitor Raul Tozzetto Alexandre (A opinião do leitor, 7 de abril) pela belíssima e inspirada carta que fez sobre as mães. Agradeço-lhe as gentis referências à minha pessoa.
Maricy Trussardi