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Veja São Paulo acaba de estampar em sua capa a foto de um homem de bem, um político acima de qualquer suspeita ("Pretendo fazer uma acupuntura urbana", 25 de junho). Na política, estamos cansados das velhas raposas de sempre, das dondocas assanhadas e dos anti-heróis do rouba-mas-faz. Chegou a hora de gente como Alckmin. Seu rosto transpira honestidade, serenidade e dignidade. Ele é o homem, consagrado na convenção de seu partido pela maioria esmagadora de 89% dos votos da militância.
Gilberto de Mello Kujawski
Não há apelido mais apropriado a Alckmin do que "picolé de chuchu". Além da imagem de bom moço, não há nada mais a ser explorado dele. Apesar de ter governado o estado por tanto tempo, nenhum projeto realmente marcou seu governo. Com certeza não é esse o próximo prefeito de que nós precisamos.
Claudia Calil Elias
Alckmin é um administrador de mão firme, íntegro, correto e com vasta experiência para sanar problemas. Tenho certeza de que será um grande prefeito para São Paulo porque, como disse, vai governar para as pessoas.
André Magalhães
Muito boa a iniciativa de Veja São Paulo entrevistando os candidatos à prefeitura. Isso ajuda os paulistanos a escolher melhor seus candidatos. São Paulo precisa de um administrador com os pés no chão, como Alckmin.
Vera Lucia Gaspar Tosato
Entrevistar Alckmin e escrever sobre ele é muito fácil, pois se trata de um homem simples, competente e sincero.
Fernando Córpa Fernandes
Justiça Eleitoral
Inconcebível a atitude da Justiça Eleitoral, ao entender que os paulistanos não podem conhecer as propostas dos candidatos ao cargo de prefeito de sua cidade ("O direito de você ser informado", 25 de junho). Censura em pleno século XXI? Não basta a ignorância dos milhões de eleitores que nem ao menos têm acesso a uma revista? Veja São Paulo pratica jornalismo quando divide com os eleitores as informações colhidas nas entrevistas. E eu, eleitora, pratico a cidadania quando dôo minha revista para que mais pessoas possam ler e conhecer a proposta de cada candidato. Que tal alguém abraçar a causa junto comigo?
Izabel Avallone
É preocupante a falta de preparo de alguns juízes. Como pode alguém querer impedir que nós, leitores de Veja São Paulo, possamos ler entrevistas e conhecer o perfil de um candidato? Oxalá todos os órgãos sérios de imprensa procedam como vocês, pois são reportagens assim que nos propiciam conhecer e aquilatar a personalidade dos postulantes ao poder. Parabéns.
Asciudeme Joubert
John Neschling
Alheio à realidade brasileira, tal qual uma Maria Antonieta tupiniquim, o ilustre maestro pergunta o que são 100 000 reais por mês hoje em dia ("No tom do trombone", 25 de junho). Urge informá-lo que a grande maioria da população, que banca o seu salário nababesco, nunca assistiu a um concerto da Osesp, não se interessa por música clássica e dificilmente chegará a acumular tal quantia. Se o maestro acha que vale tanto, que se submeta às regras do sistema capitalista, sem dinheiro público. Seu salário deveria ser definido pelo mercado, correspondendo assim ao real benefício de seu trabalho.
André Bocuzzi
Sinto tristeza com a notícia de que Neschling deixará a batuta de sua grande cria. Indigna-me ver quanto algumas pessoas se apegam às características ruins do maestro em detrimento da grandeza de seu trabalho. Aqui fica todo o meu agradecimento a ele, por sua dedicação e por poder trazer àqueles que, como eu, apreciam a boa música e a cultura essa obra de arte que é a Osesp.
Paula Beatriz Rochel
O maestro está certo: o que são 100 000 reais por mês? Sugiro que ele tenha direito a cesta básica e vale-transporte.
José Luiz Sanchez
Como seria bom se John Neschling – que, sem dúvida, construiu a Osesp – ficasse calado em vez de prestar um desserviço à música clássica. Fico feliz por Veja São Paulo ter dado a oportunidade para que o maestro se enforcasse com a própria corda.
Luciana Cristina Faria
O governo precisa priorizar segurança, saúde e educação. Salários milionários dos integrantes da Osesp devem ser custeados pela classe que freqüenta seus espetáculos.
Mauro Asperti
Só posso lamentar a saída do maestro. Evidentemente, ninguém é insubstituível. Mas, seguramente, a Osesp não seria o que é hoje, não alcançaria a qualidade que ostenta e não teria o time de profissionais que possui se não fossem as ações de Neschling. Sentiremos, sim, a sua falta.
Miriam Keller
Mistérios da Cidade
A Associação Brasileira de Telesserviços acredita que copiar "uma lista à prova de telemarketing, como nos Estados Unidos", seria prejudicial ao crescimento do setor – que tem sido de 10% ao ano – e à economia do país ("Que tal copiar?", 25 de junho). Hoje, essa área emprega mais de 750 000 pessoas e seu faturamento foi de aproximadamente 5 bilhões de reais em 2007. O setor não pode ser sacrificado pela prática duvidosa de poucas empresas. As pessoas estão cada vez mais usando o teleatendimento, um serviço necessário à sociedade.
Jarbas Nogueira
Presidente da Associação Brasileira de Telesserviços