Dez mudanças positivas que a Lei Seca trouxe ao comportamento do paulistano
Liliana Bosisio
Parabéns pela reportagem "Surge uma Barra Funda remodelada" (23 de julho). Vivo há oito meses na região, em um apartamento novo. Quando falei para minha família e amigos que me mudaria para lá, fui chamada de louca. "Praticamente no centro?", diziam alguns. "Com aquelas ruas cheias de catadores de papelão?", argumentavam outros. Veja São Paulo mostrou que fiz a escolha certa. Falta agora uma renovação paisagística. Precisa-mos plantar novas árvores para deixar o bairro cada vez mais aconchegante. Viva a Zona Oeste!
Cristiane Cruz
Finalmente se lembraram da Rua Jesuíno Arruda, no Itaim, mesmo que seja para constatar o completo descaso da Subprefeitura de Pinheiros ("Esqueceram a Rua Jesuíno Arruda", 23 de julho). O poder público deveria planejar melhor a seleção e a contratação dos serviços de recapeamento. Noto, por exemplo, a má qualidade e constantes falhas nas emendas. Basta chover para que as pequenas imperfeições se transformem em novas crateras.
Rui Dzialoschinsky
Em um país em que tanto se retrata a violência urbana, vem a calhar uma iniciativa como a da Galeria Olido, de recuperar a história do circo e do palhaço Piolin ("Hoje tem palhaçada", 23 de julho). Infelizmente, a criança de hoje não reconhece a imagem do palhaço, já que esta dá lugar, no seu imaginário, a desenhos violentos e super-heróis.
Ruvin Ber José Singal
Se os fashionistas do mundo inteiro se engajarem na defesa do meio ambiente comprando uma sacola que custa 7 450 reais, acredito que estarão enganados ("A sacola verde pegou", 23 de julho). Deveriam aplicar tal recurso em coisas mais úteis. Mas, certamente, enquanto há quem compre um produto assim, outras tantas pessoas gostariam de ter uma reles sacolinha de feira (cheia de alimentos para a família passar a semana).
Glauco Nogueira
Tiago Veloso
Tenho 19 anos e adoro suas crônicas. Após ler a última, resolvi lhe escrever. Sempre amei as palavras. Meus pais transmitiram-me o hábito da leitura.
Nathália Monteiro dos Santos
Finalmente criei coragem para lhe mandar esta carta. Você consegue passar para o papel tudo o que acontece comigo. Mais uma vez, está coberto de razão ao dizer como vivem as crianças de hoje ("Redomas de cristal", 16 de julho). Enquanto prefiro levar meus filhos ao cinema, ao teatro ou a livrarias, observo que os pais de seus amiguinhos acham que as crianças só são felizes se têm todos os lançamentos tecnológicos e ganham uma gorda mesada. Onde está o amor? A convivência? A troca de idéias? Acho que sou um ET e meus filhos terão de morar em Marte para ser felizes.
Márcia Begue